COSETTE, A ESCOLA




       A Escola Municipal Cosette de Alencar foi criada em 13 de janeiro de 1969 e inaugurada em 21 de abril do mesmo ano. Originou-se no Seminário dos Padres da Igreja Nossa Senhora da Glória, sendo denominada, então, Escola Nossa Senhora da Glória e funcionando apenas com 5 (cinco) turmas. Devido ao seu crescimento, tornou-se necessário procurar um local próprio, mais amplo. O prédio novo foi construído no terreno da antiga quadra da Associação Atlética Glória.

     A nova Escola recebeu o nome de Escola Municipal Cosette de Alencar, em homenagem à escritora juizdeforana Cosette de Alencar e foi inaugurada em 02 de fevereiro de 1976, no governo do Prefeito Saulo Moreira.

     Situada à Rua Cícero Tristão, nº 115, Bairro Santa Catarina, a Escola tem por finalidade atender as crianças da comunidade dos bairros Jardim Glória, Santa Catarina, Morro da Glória e proximidades.

     A direção ficava a cargo da Secretaria de Educação da Prefeitura de Juiz de Fora e a coordenação ficava sob a responsabilidade da supervisora Cleonice Fuscaldi Figueiredo e demais professoras integrantes do quadro de funcionários municipais.

     A Escola oferecia ensino de 1ª a 4ª séries e, posteriormente, Educação Infantil, além de dar atendimento aos alunos com baixa acuidade visual e/ou cegos.

     Foi criada a Caixa Escolar com diretoria própria e com membros eleitos pela comunidade para administrar a parte financeira doada pelos pais de alunos e colaboradores espontâneos.

     A Escola oferecia merenda aos alunos que necessitavam de alimentação, uniformes e materiais escolares.

     As festas e promoções eram realizadas objetivando a obtenção de recursos para que outros móveis e utilitários fossem adquiridos, pois, no início, a Escola só recebeu carteiras para os alunos.

     Com o passar do tempo, houve muitas mudanças na administração da Escola, nos recursos, na parte física, que foi sendo melhorada e ampliada, pois a demanda exigia maior espaço.

     Em 1984, iniciou-se o processo de integração dos alunos com deficiência, que eram atendidos em salas especiais, passando ao convívio de sala de aula com os demais alunos, à partir da 3ª série e atendimento especial aos alunos da Associação dos Cegos que estavam em séries mais avançadas. Isso se deu pelo trabalho conjunto entre a 18ª Superintendência Regional de Ensino (SRE), Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Secretaria de Educação e Associação dos Cegos.

     Em 1985, inicia-se o processo de eleição dos diretores pela comunidade e a ação colegiada (participação da comunidade na vida da Escola). O primeiro diretor eleito foi o professor Carlos Alberto Marques.